Pessoas
“Onde foi que eu errei?”
9 de Setembro de 2011
Semana passada, bombou um vídeo muito interessante na web (quer dizer bombou e não bombou!). Vejamos os dados:
A versão com legenda do vídeo, pra quem não é um expert em inglês ou tem preguiça de captar todas as palavras, teve 178.779 visualizações no YouTube (até este momento), sendo que dessas pessoas 1.673 curtiram e 17 não curtiram.
O que eu achei estranho foi o fato do vídeo ter sido pouco comentado nas redes sociais (pelo menos as que eu frequento e com as pessoas que frequento).
O vídeo mostra de maneira divertida, um cara que se porta na “vida real” como as pessoas se portam no Facebook e em outras redes sociais. Além de ser engraçado (vejo como uma sátira da nossa sociedade, boas pitadas de humor principalmente negro às vezes cai bem…).
O mais curioso disso é o fato da receptividade das pessoas nas redes sociais ser totalmente diferente na “vida real”. Parece que existe uma regra social de aproximação, que varia de acordo com o ambiente. É como se tivéssemos um manual que nos diz onde é normal agir de tal forma e onde não é, regras e mais regras. Afinal, o senso comum nos tornou sonâmbulos do dia a dia e quando algo ou alguém foge disso no mínimo nos causa estranheza.
Além do mais, como consumidores e hedonistas da pós modernidade que somos, procuramos nos rodear de pessoas, nem que seja somente no mundo virtual. Afinal, hoje em dia não é muito perigoso sair por aí se rodeando de pessoas que você mal conhece e, se conhece direito, contraditório, rs mas parece que a grande parte das pessoas se sentem mais seguras interagindo com desconhecidos ou quase desconhecidos no “cyberespaço”.
Piração, isso? Pois afinal estamos interagindo, mesmo que no “cyberespaço”, com pessoas reais e o risco é quase o mesmo?
Eu acho curioso esse nosso comportamento e prefiro acreditar que a culpa do nosso individualismo exacerbado é da pós modernidade rs.
Afinal, pode não ser perigoso ter um contato pessoal com pessoas que não conhecemos!
Pra quem não viu o vídeo Posso ser seu amigo? – Can I be your friend? ou viu e quer ver de novo, da uma olhada aí e tire suas próprias conclusões!
Thalita Silveira é diretora de arte da Aproxima. Gosta de se aproximar pessoalmente, mas também curte as redes.
Aproximamos do Conarec
2 de Setembro de 2011
A semana começou com um evento importante sobre relacionamento entre empresas e clientes: o Conarec – Congresso Nacional das Relações Empresa Cliente. E nós, da Aproxima, não poderíamos ficar de fora.
O melhor desse evento para mim foi ver como a Aproxima está alinhadíssima com as inovações que o mercado busca e na forma de olhar o consumidor.
Os consumidores é que indicam o caminho. Quando eles falam nas redes é porque querem ser ouvidos. As pessoas gostam de compartilhar suas experiências. Mas eles falam DAS marcas e não COM as marcas.
Ser multicanal não é relevante. É necessário. Mas a gestão da manifestação dos clientes é sim relevante.
A reputação da marca é o que faz o cliente lembrar dela. Por isso é preciso ouvir o consumidor, captar sua mensagem, compreender e analisar sua linguagem, saber gerenciar sua opinião e, então, participar, interagir com ele o mais rapidamente possível.
A estratégia de comunicação tem que surpreender, gerar valor para a marca e fazer sentido na vida das pessoas. Por isso é fundamental que as empresas estejam engajadas, por exemplo, na sustentabilidade (e muitas delas — talvez a maioria — não sabem exatamente o que é sustentabilidade, o “triple bottom line” e como isso pode trazer mais economia, lucratividade e produtividade, além de fazer bem para todos).
Érica Varella, Executiva de Aproximação, que engaja consumidores e empresas às melhores causas.
ericavarella@aproxima.com.br twitter: @ericavarella
Quebrando a rotina da cidade
O programa Legendários (Marcos Mion) da TV Record fez uma reportagem muito legal: mensagens em balões de gás sobrevoando a cidade para espalhar sorrisos a quem os estourasse . http://bit.ly/pv3asJ
Aproximações com emoção! Nós quebramos a rotina com poesias em aviões de papel cor de rosa, aproximando pessoas .
Curti.
Heloísa Sobral
Aproximando a vizinhança
A APROXIMA atua com várias plataformas — online, offline e presencial. Para dar um exemplo de ação presencial, nós nos aproximamos dos nossos vizinhos, levando bombons e convites para eles nos visitarem. Foi muito bom conhecê-los, com direito a cafezinho, almoços e reuniões agendadas. Uma doce aproximação! Venha você também visitar a gente e se aproximar das nossas ideias!


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